25 de junho de 2019
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Sim! Dinheiro é assunto para crianças!

Na próxima quarta-feira, dia 26, o economista e especialista em finanças pessoais, Carlos Eduardo Freitas Costa, lança o livro “Sim! Dinheiro é assunto para crianças!”, na loja própria da TIM do BH Shopping de 19 às 21 horas.

Costa é autor de diversos livros sobre educação financeira voltados para crianças. A diferença deste último livro é que ele é direcionado aos pais. A obra explica como falar sobre gestão do dinheiro com seus filhos.

“A educação financeira de nossas crianças ficou em segundo plano. Isso é preocupante, uma vez que os pequenos têm iniciado o contato com o mundo
monetário cada vez mais cedo, além de serem decisivos para a saúde financeira familiar”, afirma Carlos Eduardo.

Sim! Dinheiro é assunto para crianças!

Data: 26 de junho.
Horário: 19 às 21 horas
Local: Loja TIM – BH Shopping
Piso Belo Horizonte

10% de desconto para nossas padês!

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02 de junho de 2019
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Ortodontistas de BH recomendados pelas Padês

Os ortodontistas são especializados em Odontologia, fazendo a prevenção e tratamento dos problemas de crescimento, desenvolvimento e amadurecimento da face, dos arcos dentários e da oclusão, ou seja, disfunções dento-faciais.

Ortodontia é uma especialidade odontológica que corrige a posição dos dentes e dos ossos maxilares posicionados de forma inadequada. Dentes tortos ou dentes que não se encaixam corretamente são difíceis de serem mantidos limpos, podendo ser perdidos precocemente, devido à deterioração e à doença periodontal.

Ortodontistas de BH recomendados pelas Padês

1. Bernardo Quiroga Souki

Endereço: R.Sebastião Fabiano Dias, 210 sala 1307
Belvedere
Telefone: 31 3286-5108

2. Tarcísio Junqueira

Endereço: Av. Getúlio Vargas, 1300
Funcionários
Telefone: (31) 3261-2830

3. Allana Matos Pires Corte

Endereço: Rua Sergipe Nº 1167 Sala 1001
Savassi
Telefone: (31) 3225-6500
Qualitate Saúde Bucal

4. Ana Paula Prates Machado

Endereço: Rua Tomás Gonzaga, 802/ 1301
Lourdes
Telefone: (31) 33090858/ (31) 983258889

5. Rodrigo Almada

Endereço: Av. Bias Fortes, 197, casa 2
Lourdes
Telefone: (31) 3024-9030
Endereço: Rua Ponte Nova 857 – Salas 201/205
Floresta
Telefone: (31) 3423-0081 | (31) 3423-6084

6. Karla Magalhães Alves

Endereço: Av. Cristovão Colombo, 519, sala 1103
Savassi
Telefone: 3225-1250
Karla Magalhães Alves Ortodontia

7. Maria Elisa Alves de Souza Guimarães

Endereço: R. Maranhão, 1635
Funcionários
Telefone: (31) 3225-1394
Guimarães Odontologia Avançada

8. Dauro Oliveira

Endereço: R. Antônio de Albuquerque, 156 – 6ª andar sala 604
Funcionários
Telefone: (31) 3261-4288

9. Leonardo Costa Silva

Endereço: R. Pernambuco, 353
Centro
Telefone: (031) 3226-2306 / (031) 3291-5126

10. José Aloízio de Carvalho

Endereço: Av. Brasil, 1800
Funcionários
Telefone: (31) 3261-3033

11. Patrícia Valério

Endereço: Av. Cristiano Machado, 1630 / 9º andar
Cidade Nova
Telefone: (31) 3484-5568

12. Mariele Cristina Garcia Pantuzo

Endereço: Rua Jaceguai, 208
Prado
Telefone: (31) 3335-8456

Essa lista foi feita baseada em enquete feita dentro do nosso grupo do Facebook do qual participam quase 10 mil mães.

Caro ortodontista, caso queira completar as informações envie-nos um e-mail [email protected]

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05 de junho de 2019
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Relacionamento abusivo e estupro

Hoje li aqui um post anônimo de alguém que 20 anos depois percebeu que sofreu um estupro. E o estuprador é o cara que ela namorava. Por isso queria compartilhar o relato que escrevi quando estava lidando com os estupros que eu sofri, também de um namorado. Talvez, além de mim e dela, outras mulheres tenham passado por um relacionamento abusivo e levado anos para reconhecer aquelas lembranças ruins como estupro.

Espero que ajude de alguma forma.

SOBRE A VIDA DEPOIS DE UM RELACIONAMENTO ABUSIVO

Levou quatro anos para que eu assimilasse o estupro que eu sofri. Para que eu deixasse de jogar terra por cima desse episódio a cada vez que ele ameaçava emergir na minha memória, e para que eu enfim olhasse diretamente para ele e conseguisse dizer, sem medo, culpa e vergonha: foi estupro.

Aconteceu dentro de um relacionamento abusivo que vivi por alguns meses e nem sei como consegui colocar um ponto final. Quando entrei pela última vez na casa dele para dizer que ia embora, eu estava morrendo de medo.

Fingi estar triste, como se ainda gostasse dele, deixei que encostasse em mim, apesar do nojo, e abri mão de algumas roupas e livros porque temia que, se começasse a juntar minhas coisas, ele assimilaria que a despedida era definitiva, se sentiria confrontado e tentaria me impedir. Do jeito dele.

Relacionamento abusivo

Àquela altura eu já havia enxergado que estava presa em um relacionamento abusivo. Ele já havia me dado um tapa na porta de um bar, por eu ter saído na frente dele.

Já havia gritado comigo e me humilhado inúmeras vezes, por qualquer motivo que para ele parecesse plausível, como eu ter citado um amigo homem em uma conversa sobre trabalho, ou eu ter pintado as unhas, ou ter saído da aula no horário que deveria sair, mas que ele julgou ser muito tarde.

Ele já havia me impedido de encontrar minhas amigas, de dormir na minha casa, de estudar. É claro que ele não me proibia de nada, mas jogava com a culpa: eu dava toda a minha atenção ao trabalho, aos estudos, a qualquer coisa, menos a ele, pobre coitado que estava cansado de ser preterido.

Era sempre um misto de mágoa e raiva que apertava meus botões de culpa e, embora esses eu tenha demorado mais a admitir, os de medo também.

Eu passei a planejar minhas ações para agradá-lo, porque, a princípio, queria que a gente ficasse bem. Mas, lá no fundo, o que eu queria mesmo era evitar que ele explodisse em outro surto desmedido de raiva, porque eu tinha medo de todas aquelas acusações que eu nem sabia de onde vinham, tampouco aonde iam levar.

Estupro

Assim os meses se passaram e eu fui me atolando mais e mais nesse jogo, até o dia em que ele já estava em cima de mim quando eu pedi para parar, e ele ignorou. Eu disse que estava passando mal, ele respondeu “azar o seu”, e continuou. Até o fim.

Na mesma semana, eu precisava sair porque tinha aula, e ele não queria que eu fosse. Reclamou, me acusou de ser má para ele. Eu peguei a bolsa e ele ficou na frente da porta. Segurou meu braço e me empurrou. Puxou a minha roupa. Eu falei não. Eu tenho certeza que falei não. E ele deu risada. Continuou. E doeu. Eu lembro da dor e de ele dizer algo como:

“isso é para você aprender”. Depois, falou que foi só uma brincadeira, nada de mais. Por que eu estava reclamando?

Eu não consegui gritar, nem chorar, nem bater ou sair correndo. Eu queria fazer tudo isso, mas me sentia tão fraca, impotente e sem valor, que fiquei inerte.

O fim

Eu não sei como achei coragem para terminar. Quando lembro que entrei na casa dele para fazer isso, nem acredito. Seria muito mais seguro terminar por mensagem, mas ainda havia em mim um resquício de vontade de enxergá-lo como um namorado normal e de agir “corretamente”. Afinal de contas, eu não me permitia, e nem me era permitido, errar…

Eu lembrava de notícias de feminicídios e de como algumas vítimas pareciam ter despertado a ira do agressor ao bater de frente com ele. Era a única informação que eu tinha para lidar com essa situação e eu acho que foi isso que me salvou.

Eu saí pela porta devagar, sem fazer alarde. Acho que eu dei a sorte de pegá-lo em um dia bom, daqueles em que ele tentava me agradar. Ele me pediu para deitar na cama e eu fiquei por longos minutos imóvel, torcendo para aquilo acabar logo, a angústia me revirando o estômago.

Ele só me abraçou, dessa vez. Eu já sentia muito nojo dele e aqueles braços em mim pareciam doer. Mas eu engoli a vontade de gritar para tirar aquele corpo imundo de perto de mim e me deixar em paz para sempre porque a minha paz nunca havia estado tão perto, mas eu sentia que a qualquer mínimo deslize eu poderia perdê-la. Então eu me despedi devagar, disfarçando meu ódio. E saí.

Pelo corredor sentia as pernas bambearem e um medo sufocante de a mão dele puxar meu braço e me impedir de ir. Medo do portão não abrir. Medo de ser seguida na rua. Eu não me lembro até quando eu senti medo, mas tempos depois um amigo em comum me disse para ter cuidado porque havia conversado com meu ex-namorado e ele parecia obcecado pela ideia de “me ter de volta”.

Terapia

Fiz anos de terapia. Falei sobre o relacionamento abusivo, meu padrão de abusos psicológicos, meu medo, minha impotência, minha culpa. Minha necessidade de agradar, de ser uma boa menina, e por isso deixar que tripudiassem em cima da minha cabeça, e que me punissem quando eu não atendia às expectativas. Mas não falei uma palavra sobre os estupros. Eu sequer os nomeei estupros, até aqui.

A culpa por eu ter escolhido aquela pessoa para namorar, somada à vergonha por eu ter ficado ao lado de alguém tão escroto, mesmo depois que os abusos começaram, me motivaram a deixar esse pedaço da minha história intocado por um bom tempo. Eu achava que a culpa era minha, e esse pensamento era tão forte quanto irracional. Racionalmente, eu tenho plena consciência de que uma vítima nunca é culpada pelos abusos que sofre, e que abusadores têm o poder de confundir e manipular as vítimas para que elas acreditem que causaram sozinhas aquela dor.

Justificando

Mas eu vivi anos imaginando que as minhas experiências horríveis de abuso eram alguma outra coisa menor, menos grave. Um exagero meu. Porque ele nunca me deixou hematomas. Porque a gente namorava. Porque eu escolhi frequentar a casa dele. Porque ele dizia que me amava. E porque ele simplesmente não se encaixava no meu estereótipo de estuprador. Eu conhecia a mãe dele, ela era um amor de pessoa, e os amigos dele, que não eram poucos, o achavam um cara tão legal.

Eu ainda acreditava, preconceituosamente, que o estuprador é o outro, um cara à parte a todos nós – o que quer que seja isso. Ou, pelo menos, um desconhecido. Ou um namorado que faz da sua vida um inferno 24 horas por dia, e não alguém que te leva pro inferno e depois fica tudo bem, como se o horror acontecido fosse só um pesadelo que jamais se encaixaria naquela realidade bonitinha.

Enquanto eu estava ali, vivendo aquela relação doentia, eu custei a enxergar que ele esmagava a minha auto estima, das maneiras que descobria serem eficazes, para me controlar. E que o meu comportamento, o tanto que eu me encolhia e me submetia para evitar novos ataques, só intensificava esse ciclo, já que dava a ele o direcionamento necessário para me manter mais e mais fechada numa caixinha de posse dele, como o objeto que ele achava que eu era.

Foi só depois de desenterrar a cabeça dessa lama que eu consegui ver que não há irritação ou frustração que justifiquem humilhações, violência verbal, ou a pessoa me tratar como se eu fosse uma imbecil, e ela, uma salvadora da minha pobre alma limitada.

Violência

E só então eu assimilei também que violência não é só ir parar no hospital, com sangue e osso quebrado. Também não é só estupro. As agressões de um relacionamento abusivo começam lá atrás, nas primeiras demonstrações da ideia de que um é dono, salvador e guia do outro, que geralmente aparecem quando a gente tá cheia de esperanças e expectativas e acha engraçadinho o cara se portar como um príncipe que veio a galope te tirar dessa torre que é a sua vida. Mas aqui vale uma dica: se um cara dá a entender que sua vida antes dele chegar era uma coisa medíocre, já botou o crachazinho de embuste. Pode correr desse aí.

Desde que tudo acabou, eu só quis esquecer, enterrar a merda no passado e seguir em frente. E eu segui. Namorei outras pessoas. Namorei ninguém, o que também é ótimo. Fiz viagens incríveis. Criei projetos de que tenho orgulho, no trabalho e fora dele. Fui a festas, saí com amigas, vi filmes engrandecedores, me diverti, me conheci, me melhorei. Casei com um cara maravilhoso. Mudei de casa, de cidade, de estado. Engravidei. Pari. Passei por um puerpério, me reinventei. Vivo rodeada de pessoas maravilhosas. Amo a vida que tenho e me sinto feliz.

Lembrança

E agora, justamente agora, essa lembrança ressurgiu. Foi lendo um conto, uma ficção sobre uma garota que conhece um cara e decide transar com ele, que me veio a epifania. Consentimento não é um cargo público concursado. Ele não é vitalício. Consentimento tem que ser explícito e pode ser revogado a qualquer momento. E qualquer coisa feita sem consentimento da outra parte é uma violação.

Finalmente entendi por que passei quatro anos correndo dessa lembrança ruim, e essa lembrança ruim correndo atrás de mim. Porque ela não é mera lembrança ruim de um relacionamento que não deu certo e que foi permeado por mal entendidos. Essa lembrança é de estupros que sofri quando fui violentada de diversas formas por um abusador.

Tudo faz sentido

Agora tudo faz sentido. Eu não sou fraca, nem burra, nem mereço ser tratada de um jeito que me faça sentir um lixo. Eu só fui espelho e vítima de uma pessoa cheia de problemas que só sabe se relacionar com outros de maneira abusiva. Com alguns colegas de trabalho e com a própria mãe, inclusive. E a culpa não é, nem nunca foi, minha.

Na verdade, eu sou uma mulher foda. Eu saí dessa relação horrorosa e tive forças para não deixar que as marcas dela me derrubassem. Eu ressignifiquei o meu amor, o meu corpo, a minha existência.

Eu não sou grata ao meu ex-namorado. Eu sou grata às pessoas que me amam e me dão o apoio que eu preciso. Sou grata a todas as mulheres que tiveram a coragem de compartilhar as próprias dores e, indiretamente, me ensinar o que é um relacionamento abusivo. Sou grata a mim. A minha felicidade é mérito meu.

Pude fazer desse período da minha vida uma porta para aprender sobre mim e quem eu sou. Para enxergar a força e a coragem que eu nem sabia que tinha. E que quem vive hoje o que eu já vivi, certamente também tem, só que ainda não consegue perceber. Eles tentaram nos quebrar com as maiores covardias. Mas nós resistimos e ficamos ainda melhores.

A força e a coragem que nós temos para sobreviver a tudo isso é uma só para todas nós. Como um inconsciente coletivo só das mulheres, que todas temos a chave para acessar e o poder de compartilhar. Nenhuma de nós, por mais que acredite ser, é realmente fraca. Nós somos entranhadamente fortes, e feitas umas das outras.

Nathalia Ilovatte

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25 de junho de 2019
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Neocenter Maternidade

Inaugurado em setembro de 2018, o Neocenter Maternidade chegou a Belo Horizonte (MG) com a proposta de ser uma maternidade referência em parto adequado e de alto risco – especialmente de prematuros – com foco no atendimento humanizado. Com tecnologia de ponta e estrutura física moderna, a Maternidade conta com a experiência de mais de 25 anos de atuação do Grupo Neocenter, em gestão de UTIs neonatais e especialidade no atendimento à prematuridade. Instalada no bairro Cruzeiro, na sede do antigo Hospital Santo Ivo, o Neocenter Maternidade representa uma grande evolução para o Grupo Neocenter, pois amplia a vocação para o cuidado com as mães e crianças, seja antes, durante ou após o nascimento.

Pautado pelo acolhimento humanizado, a maternidade conta com 40 leitos de UTI neonatal, quartos PPP (pré-parto, parto e pós-parto). Bloco cirúrgico com quatro salas estruturadas para a realização de cesariana e outras cirurgias necessárias para a puérpera e ao recém-nascido. Apartamentos e enfermarias, além de ultrassom materno. A maternidade ainda realiza cirurgias neonatais. Possui centro de hipotermia terapêutica neonatal e monitorização neonatal da função cerebral. E ainda dispõe de unidade de suporte avançado materno, localizado dentro do ambiente da recuperação pós anestésica, com dois leitos tipo box para todo o suporte intensivo. A mãe é constantemente monitorada e assistida do ponto de vista respiratório e circulatório.

O Neocenter Maternidade conta ainda com plantão obstétrico 24 horas, com profissionais como obstetras, anestesiologistas, pediatras e enfermeiros obstétricos à disposição para atender as gestantes. 
Além disso, a maternidade tem suas portas abertas para cadastros de obstetras externos, que queiram levar suas parturientes para a realização do parto no Neocenter.

SOBRE O PARTO ADEQUADO

  • O Parto Adequado é um projeto criado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE) e o Institute for Healthcare Improvement (IHI), com o apoio do Ministério da saúde.
  • O Neocenter Maternidade compartilha dos objetivos desta iniciativa, que busca aplicar modelos inovadores e viáveis de atenção ao nascimento, que valorizem o parto normal e reduzam o percentual de cesarianas sem indicação clínica.
  • O Parto Adequado oferece às mulheres e aos bebês o cuidado certo, na hora certa, ao longo da gestação, durante todo o trabalho de parto e pós-parto. Leva-se em consideração a estrutura e o preparo de uma equipe multiprofissional. A medicina baseada em evidência e as condições socioculturais e afetivas da gestante e da família.

QUARTO PPP

Os quartos PPP (pré-parto, parto e pós-parto) são preparados para o atendimento ao parto normal. As parturientes são protagonistas do nascimento do bebê. Elas têm disponíveis todos recursos necessários para o seu bem-estar durante o trabalho de parto:
_ escada de ling,
_ bola suíça,
_ banheira,
_ suporte à analgesia.
A mãe permanece monitorizada com cardiotocógrafo durante todo o trabalho de parto e as unidades também são equipadas com estrutura para atendimento ao recém-nascido (equipe de UTI e equipamento de reanimação), se necessário. As unidades são humanizadas com participação da família. O bebê passa por todos os exames clínicos e cuidados no quarto, permanecendo com a mãe até a alta.

PARTO DE ALTA COMPLEXIDADE

Espaço físico, equipamentos, pediatras e equipe assistencial altamente qualificados: toda a maternidade trabalha para minimizar os riscos e promover os melhores cuidados.
A experiência de mais de  25 anos na gestão de UTIs neonatais do
Grupo Neocenter possibilitou a formação de uma equipe preparada para lidar com as situações de risco e eventos críticos que podem acontecer antes, durante e após o parto. Prevenir, agir rapidamente e ter a melhor tecnologia à disposição são parte desse modelo para um serviço de excelência em situações complexas e de risco.

UTI NEONATAL 

  • A UTI Neonatal é composta de 40 leitos, sendo dividida em três salas:
  • Sala com 10 leitos para os prematuros de muito baixo peso ao nascimento (menosde 1.500g).
  • Sala com 10 leitos para os bebês com grau de complexidade maior, como os portadores de alguma má formação.
  • Sala com 20 leitos para os bebês de risco menor e mais estáveis, onde a mãe participa dos cuidados diários.
  • A UTI possui todos os equipamentos necessários para a assistência ao recém-nascido enfermo. Incubadoras. Berços aquecidos. Ventiladores. Monitores. Óxido nítrico. Ventilador de alta frequência. Monitorização de oxigenação regional cerebral. Hipotermia terapêutica de corpo inteiro. Monitorização eletroencefalográfica. Ultrassom e ecocardiografia a beira leito.
  • As mães de UTI possuem, ainda, uma sala de ordenha e um espaço reservado para banho.

O GRUPO NEOCENTER

Há 25 anos, um grupo de cinco médicos tinha um mesmo objetivo: o de construir um novo conceito em assistência neonatal pediátrica em Minas Gerais. Naquela época, a chance de sobrevida dos bebês prematuros, principalmente dos extremos, abaixo de 1.000g era praticamente mínima. Comparado-se aos resultados dos países de primeiro mundo, poucos eram os hospitais ou maternidades preparadas para  atender a essas crianças. Com a proposta de oferecer uma solução completa em terapia intensiva neonatal e pediátrica, surgiu o Neocenter. Buscando fazer a diferença e oferecer a esses bebês uma oportunidade de continuar a vida.

Em 1992 nascia a primeira UTI Neocenter, inaugurada na Maternidade Octaviano Neves. Uma oportunidade de mostrar que era possível superar os desafios da época e oferecer aos prematuros e às suas famílias uma chance. O grupo iniciou tímido, com  apenas seis leitos. De lá para cá, o sonho foi ganhando mais força e vida, chegando também à Maternidade Santa Fé (Unineo), ao Hospital São Camilo, ao Hospital Felício Rocho e ao Hospital Vila da Serra, todos importantes parceiros. Hoje, são 130 leitos e mais de 30 mil pacientes atendidos nesses 25 anos de história. Toda essa experiência será aplicada, agora, em um novo serviço de saúde para a cidade: o Neocenter Maternidade.

Neocenter Maternidade

Rua Martinho Campos, 25 – Cruzeiro – Belo Horizonte – Minas Gerais
(31) 3972 8000
Plantão obstétrico 24 horas
Atendimento à convênios médicos

HORÁRIO DE VISITA À
GESTANTE E AO BEBÊ

Apartamentos – 09:00 às 22:00
Enfermarias – 14:00 às 17:00
UTI – 11:00 às 23:00

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