24 de janeiro de 2019
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Qual melhor idade para o filho começar a aprender inglês?

Muitas famílias têm essa dúvida: matriculo meu filho no inglês agora ou espero mais um pouco? Qual idade absorve o idioma com mais facilidade? Qual melhor idade para o filho começar a aprender inglês?

Em busca dessas respostas, um estudo da Boston College, publicado na revista Época Negócios mapeou qual o melhor momento para o aprendizado, fazendo um teste on-line com uma amostra de 670 mil pessoas. A pesquisa testou o conhecimento das pessoas na língua inglesa e relacionava qual idade em que cada um começou a estudar a língua estrangeira.

Como resultado, descobriu que para chegar a fluência quase nativa o ideal é que comece a aprender um novo idioma por volta dos 10 anos de idade.

Mas isso não quer dizer que se deve desistir de estudar a língua estrangeira antes ou depois deste período. Segundo conclusão do estudo, “uma língua aprendida em qualquer momento ainda pode ser extraordinariamente útil no trabalho ou em uma viagem de turismo”.  

Onde aprender inglês?

Uma dúvida comum é saber onde matricular os pequenos. Uma das opções parceiras do Padecendo é a inFlux English School, a escola que garante, em contrato, o domínio rápido do  inglês do seu filho, antes dos 15 anos.

A inFlux tem uma metodologia exclusiva, desenvolvida para ensinar seu filho a pensar em inglês, com aulas lúdicas e interativas, além de um acompanhamento pedagógico personalizado e professores preparados para
ensinar crianças.

E o melhor, você tem a garantia, em contrato que seu filho domina o inglês com resultado comprovado pelo TOEIC: um dos principais testes
de proficiência em inglês, reconhecido em todo o mundo.

inFlux

Débora é mãe do Rafael Perfeito, estudante da inFlux. Veja o depoimento que ela deu sobre a escola:

Nós escolhemos a inFlux, pelo método dinâmico de ensino, onde se aprende a pensar em inglês. E com o passar do tempo, notamos que o Rafael aprendeu realmente a pensar em inglês, e nas aulas bônus ele tinha a liberdade de poder ler e falar livremente sobre os assuntos do interesse dele, o que o estimulava cada dia mais a falar em inglês.

Ao final do primeiro livro, o Rafael já se sentia confiante para conversar em inglês.

A escola nos deu todo o apoio para atender as suas necessidades específicas, atendendo as nossas expectativas, tratando-o como um indivíduo único e não fazendo ele seguir de acordo com a proposta do programa.

Foi nesse momento que vimos a diferença da inFlux em relação as outras escolas. Hoje meu filho está terminando a etapa dos livros Junior, ele é fluente em inglês, tanto na fala quanto escrita.

E meu esposo teve uma oportunidade de trabalho para irmos para fora do país e nós nos sentimos seguros em colocar o Rafael em uma escola onde as aulas são totalmente em inglês, pois sabemos que ele tem conhecimento suficiente para conseguir estudar em uma escola onde o idioma é o inglês.  Nós somos muito gratos pela competência de toda a equipe inFlux.
O método realmente funciona.

E aqui o próprio Rafael conta a sua experiência com a
inFlux:

Em BH são 7 unidades na inFlux, visite a unidade mais próxima e conheça o método de ensino!

Clique aqui para conhecer a escola mais perto de você: https://bit.ly/2Msz2iz

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29 de janeiro de 2019
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Férias saudáveis: Como se prevenir da meningite meningocócica

Você sabia que, antes de aproveitar as férias, é importante colocar a caderneta de vacinação em dia? Nesse período, é muito comum frequentar lugares com muitas pessoas, o que pode aumentar a disseminação de doenças infecciosas.1 Segundo o Ministério da Saúde, a vacinação é uma das melhores formas de proteção contra diversas doenças sérias,como a meningite meningocócica.3

Essa doença éuma infecção das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal causada pela bactéria Neisseria meningitidis, podendo deixar sequelas e até mesmo levar a óbito.4 Estima-se a ocorrência de pelo menos 1.2 milhões de casos da doença por ano no mundo, com cerca de 135 mil óbitos.2

Confira seis informações importantes sobre a meningite meningocócica para ajudar você e sua família a ficarem mais protegidos nessas férias.

1- Por que as pessoas devem se vacinar antes das férias?

Certas atividades realizadas durante as férias, como viajar, participar de eventos e ir a locais com muita gente, podem aumentar a disseminação de doenças infecciosas. Por isso, é importante reservar um tempo durante a preparação das férias para colocar em dia o cartão de vacinação.1

2- O que é a meningite meningocócica?

Trata-se de uma infecção bacteriana das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, podendo causar sequelas e até mesmo levar a óbito.4 Ela é causada pela bactéria Neisseria meningitidis que possui 12 tipos identificados,sendo que cinco deles são os mais comuns (A, B, C, W e Y).4,6

3- Como a meningite meningocócica é transmitida?

O meningococo, bactéria que causa a meningite meningocócica, pode ser transmitido de uma pessoa para outra por meio do contato direto com gotículas respiratórias através de tosse, espirro e beijo, por exemplo.4

Importante ressaltar que a meningite meningocócica não é uma doença só de criança. Cerca de 10% dos adolescentes e adultos são portadores da bactéria e podem transmití-la mesmo sem adoecer – chamados de portadores assintomáticos.5

4- Quais são os principais sinais e sintomas?

Os sinais e sintomas iniciais da meningite meningocócica — incluindo febre, irritabilidade, dor de cabeça, perda de apetite, náusea e vômito7 — podem ser confundidos com outras doenças infecciosas.5,7

Na sequência, o paciente pode apresentar pequenas manchas violáceas (arroxeadas) na pele, rigidez na nuca e sensibilidade à luz.5,7

Se não for rapidamente tratado, o quadro pode evoluir para confusão mental, convulsão, sepse e choque, falência múltipla de órgãos e risco de óbito.5,7

5- Quais são as possíveis complicações da meningite meningocócica?

Mesmo quando a doença é diagnosticada precocemente e o tratamento adequado é iniciado, 8% a 15% dos pacientes vão a óbito, geralmente
dentro de 24 a 48 horas após o início dos sintomas.4 

Se não for tratada, a meningite meningocócica é fatal em 50% dos casos e pode resultar em dano cerebral, perda auditiva ou incapacidade em 10% a 20% dos sobreviventes.4

6- Como se prevenir contra a doença?

A vacinação é uma das melhores formas de prevenção contra a doença.13 Outras formas para a prevenção incluem evitar aglomerações e manter os ambientes ventilados e limpos.8

Atualmente, existem vacinas para a prevenção dos 5 sorogrupos mais comuns no Brasil, a vacina contra a meningite meningocócica causada pelo tipo B e a vacina contra os tipos A, C, W e Y.6,9,10 A vacina para a prevenção do meningococo B está indicada a partir dos 2 meses de idade até os 50 anos, somente disponível na rede privada.9,11

A vacina para a prevenção da doença meningocócica causada pelos tipos A, C, W e Y é recomendada na rede privada a partir dos 3 meses de idade.9,10 Nos postos de saúde, a vacina contra a doença causada pelo meningococo C é gratuita para crianças menores de 5 anos de idade e adolescentes de 11 a 14 anos.9,12

Material dirigido ao público geral. Por favor, consulte o seu médico.

Sobre a GSK

Uma das indústrias farmacêuticas líderes no mundo, a GSK está empenhada em melhorar a qualidade de vida humana permitindo que as pessoas façam mais, sintam-se melhor e vivam mais. Para mais informações, visite www.gsk.com.br.

Referências:

  1. CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND
    PREVENTION.Travel Smart: Get Vaccinated. Disponível em:
    <https://www.cdc.gov/features/vaccines-travel/index.html>. Acesso em: 18 dez.
    2018.
  2. JAFRI, R.Z. et al. Global epidemiology of invasive meningococcal disease. Population health metrics,
    11(1): 1-9, 2013.
  3. BRASIL.
    Ministério da Saúde. A vacinação ainda é a melhor forma de prevenir doenças.
    Disponível em:
    <http://www.blog.saude.gov.br/index.php/promocao-da-saude/52650-a-vacinacao-ainda-e-a-melhor-forma-de-prevenir-contra-doencas>.
    Acesso em: 18 dez. 2018.
  4. WORLD HEALTH ORGANIZATION.
    Meningococcal Meningitis. Disponível em:
    <www.who.int/en/news-room/fact-sheets/detail/meningococcal-meningitis>.
    Acesso em: 18 dez. 2018.
  5. CASTIÑEIRAS,
    TMPP. et al. Doença meningocócica. In: CENTRO DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE PARA
    VIAJANTES. Disponível em:<http://www.cives.ufrj.br/informacao/dm/dm-iv.html>. Acesso em: 18 dez. 2018.
  6. SOCIEDADE
    BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Doença meningocócica (DM). Disponível em:
    <https://familia.sbim.org.br/doencas/88-doenca-meningococica-dm> Acesso
    em: 18 dez. 2018.
  7. THOMPSON, MJ. et al. Clinical recognition of
    meningococcal disease in children and adolescents. Lancet, 367:397-403, 2006.
  8. BRASIL. Ministério da Saúde. Meningite: causa, sintomas,
    prevenção e tratamento, 2018. Disponível em: <http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/meningites>. Acesso em: 18 dez. 2018.
  9. SOCIEDADE
    BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Calendário de vacinação da criança: recomendações da
    Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) – 2018/2019 [atualizado até
    26/08/2018]. Disponível em:
    <https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-crianca.pdf>. Acesso
    em: 18 dez. 2018.
  10. SOCIEDADE
    BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Calendário de vacinação da SBP 2018. Disponível em:
    < http://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/21273g-DocCient-Calendario_Vacinacao_2018-set.pdf
    >. Acesso em: 18 dez. 2018.            
  11. BEXSERO

[vacina adsorvida meningocócica B (recombinante)]

. Bula do produto.

  1. BRASIL.
    Ministério da Saúde. Vacinação: calendário nacional de vacinação. Disponível em: <http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/vacinacao/calendario-vacinacao>.
    Acesso em: 18 dez. 2018.
  2. CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND
    PREVENTION. Bacterial meningitis. Disponível em:
    <https://www.cdc.gov/meningitis/bacterial.html>. Acesso em: 09
    jan. 2019.

BR/VAC/0278/18 – Janeiro/2019

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